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Desenvolvimento e Diversidade do Fotojornalismo no Peru: fotógrafos que estão fazendo história e expandindo a linguagem
Nos últimos anos, o Peru tem vivenciado um notável crescimento no campo do fotojornalismo. Um número significativo de fotojornalistas, fotógrafos documentaristas e jovens criadores estão transformando a maneira como as histórias visuais são contadas, transbordando os limites tradicionais da linguagem fotográfica e explorando temas que vão desde realidades sociais cotidianas até dinâmicas políticas e culturais complexas. Esse fenômeno se reflete não apenas em festivais e premiações internacionais, mas também em uma produção constante de imagens que ressoam com o público local e global. A seguir, exploramos como esse ecossistema está se moldando, quais estilos e linguagens coexistem, quais temas estão em destaque e o que esses desenvolvimentos significam para o futuro do jornalismo visual na região.

Isabel Condori, mãe de Nelson Pilco, vítima do massacre de Juliaca, ocorrido dia 9 de janeiro. Nelson saiu da sua casa, depois do almoço com sua mãe e foi atingido por uma bala no tórax que lhe causou a morte. “Quero justiça para meu filho”. Fotografia de Alejandra Elías Um ecossistema em crescimento.
O Peru possui uma comunidade de fotojornalistas enriquecida por diversos fatores: escolas e oficinas especializadas, acesso a novas tecnologias (câmeras mais leves, drones, edição móvel), proliferação de plataformas de distribuição e maior visibilidade internacional por meio de festivais, bienais e projetos colaborativos. Fotógrafos como Musuk Nolte, Roberto Huarkaya, Leslie Searles, Pilar Pedraza, Alejandra Orosco e coletivos como o Versus são apenas alguns exemplos de fotógrafos peruanos representativos.Os tempos atuais trouxeram mudanças tecnológicas globais, com seus prós e contras; o mundo do fotojornalismo peruano não escapou delas. A partir da formação e de redes de comunidades de aprendizagem, coletivos e festivais que conectam fotógrafos locais com mentores e colegas internacionais. Essas redes facilitam a circulação de ideias, técnicas e referências visuais que enriquecem o vocabulário narrativo do fotojornalismo peruano.
A força do fotojornalismo peruano contemporâneo reside não apenas na visão individual de cada fotógrafo, mas também na rede de atores que se forma em torno dessas imagens. Essas redes, formais e informais, geram um ecossistema de apoio, aprendizado e circulação que multiplica o impacto do trabalho. A tecnologia acessível e a democratização das ferramentas digitais permitiram que mais fotógrafos, mesmo aqueles de comunidades menos favorecidas ou fora da capital peruana, produzissem e distribuíssem imagens de alta qualidade. O acesso a câmeras, aplicativos de edição e plataformas de distribuição, como mídias sociais ou portfólios online, abre um amplo leque de possibilidades para a narrativa visual. A barreira tecnológica que tradicionalmente limitava muitos fotojornalistas diminuiu consideravelmente, graças a ferramentas mais acessíveis e plataformas de distribuição aberta. Se somarmos a isso o apoio institucional, que, embora não seja extenso, tem proporcionado recursos e visibilidade por meio de fundações, jornalismo investigativo e projetos de cooperação internacional, viabilizando projetos de longo prazo que exigem tempo, pesquisa e uma abordagem rigorosa e ética.
Esse contexto criou um mosaico de vozes e abordagens que coexistem no cenário peruano, onde a experimentação e o rigor jornalístico se entrelaçam para retratar a realidade do país sob múltiplas perspectivas.

Demetrio Aroquipa e Dominga Hancco, pais de Jhamileth Aroquipa, vítima do massacre de Juliaca, ocorrido dia 9 de janeiro. Os três foram comprar comida próximo ao aeroporto quando a garota foi atingida por uma bala. Ainda que seus pais a tenham a levaram ao posto de saúde e depois a um hospital, Jhamileth faleceu aos somente 17 anos de idade. Fotografia de Alejandra Elías Novos tempos, novas formas de contar histórias
A diversidade de linguagens e abordagens fotográficas no Peru se observa por meio de uma pluralidade de estilos que vão da estética documental clássica a experimentos formais que rompem com a linearidade narrativa tradicional. Algumas tendências e abordagens se destacam como padrão atual, como o documentário clássico com uma perspectiva contemporânea; muitas imagens permanecem fiéis à construção documental rigorosa, onde a iluminação, a composição e os detalhes permitem a revelação de realidades complexas sem recorrer ao sensacionalismo. A ética da representação e o respeito pelas pessoas retratadas são constantes nesses projetos.Outro aspecto importante a ser observado é a fotografia social crítica que se desenvolve no Peru atualmente. Diversos fotógrafos capturam realidades de pobreza, desigualdade, migração interna, conflitos trabalhistas e tensões urbanas, buscando fornecer contexto, uma voz para as comunidades e uma perspectiva empática que vai além do simples testemunho do evento. Fotógrafas como Alejandra Elías concentram seu trabalho no fotojornalismo e no documentário de direitos humanos, conquistando reconhecimento internacional, como o Prêmio Poy Latam de 2023 na categoria “Retratos” por seu trabalho “Os 9 de Juliaca”. Linguagens visuais híbridas e binárias são evidentes, com fusões entre fotografia, texto, gráficos e videografia, onde a narrativa se baseia em camadas de informação, dados e depoimentos para construir histórias mais complexas e acessíveis para públicos diversos.
Coletivos e projetos colaborativos também são importantes, onde muitos fotógrafos se organizam e compartilham recursos, opiniões e projetos. Essas coalizões permitem a exploração de temas amplos com equipes de apoio — assistentes, retocadores, tradutores e revisores — o que eleva a qualidade e a profundidade editorial das histórias. A mentoria e a transferência de conhecimento por meio de workshops, encontros e programas proporcionam aos fotógrafos emergentes acesso às experiências de veteranos, aprendendo técnicas de iluminação, retrato, reportagem de campo e ética jornalística. Essa dinâmica de aprendizado acelerou a profissionalização e fortaleceu uma ética compartilhada de responsabilidade para com as comunidades retratadas. Redes internacionais, intercâmbios e alianças com fotojornalistas e festivais estrangeiros facilitam a troca de experiências, projetos conjuntos e oportunidades de exposição. Intercâmbios culturais e residências estabelecidas por fundações e universidades ampliam as referências visuais e abrem portas para o público global.
O desenvolvimento e a diversidade do fotojornalismo no Peru refletem uma trajetória de evolução complexa e reinvenção constante. Das primeiras imagens que registravam o cotidiano das cidades e vilas às narrativas contemporâneas que abordam perspectivas internacionais, esse campo expandiu suas linguagens para contar histórias com uma gama mais ampla de abordagens, técnicas e mídias. Em um país de contrastes geográficos e culturais, o O fotojornalismo encontrou nas profundezas de suas realidades a matéria-prima para construir memória, denunciar injustiças e fomentar a empatia.
Uma de suas características mais marcantes é a pluralidade de perspectivas. Fotógrafos diversos, provenientes de diferentes contextos sociais e regionais, enriquecem o panorama: vida urbana e periferias, tradições andinas e amazônicas, revelações sobre processos migratórios, crises ambientais e desastres naturais, mas também o cotidiano, o humor e a resiliência das comunidades. Essa variedade não apenas amplia as vozes, mas também os formatos e plataformas de narrativa: reportagens aprofundadas, crônicas gráficas, fotojornalismo de dados, séries documentais e peças multimídia que integram imagens, texto e som.
A linguagem visual se expandiu para se adaptar a um mundo cada vez mais acelerado que exige impacto imediato. O uso de enquadramentos intimistas, sequências seriadas, abordagens atmosféricas e técnicas de cor e composição se combinam com novas práticas: fotografia móvel, laboratórios digitais, edição colaborativa e projetos participativos. O resultado é a capacidade de contar verdades complexas de forma acessível, sem sacrificar o rigor ético e contextual. Nesse sentido, a ética da representação e a verificação dos fatos permanecem pilares fundamentais que permitem aos fotógrafos manter a confiança do público e das comunidades que retratam.
A educação e a memória institucional também desempenham um papel crucial. Escolas de fotografia, arquivos, prêmios e exposições públicas mantêm viva a discussão sobre a função social do fotojornalismo. Da mesma forma, as plataformas digitais permitem que vozes de diferentes partes do país alcancem públicos nacionais e internacionais, democratizando o acesso à informação e, ao mesmo tempo, aumentando a responsabilidade do fotógrafo com as realidades que documenta.
Olhando para o futuro, o fotojornalismo no Peru parece ser impulsionado por uma ética de diversidade, inovação e conectividade. Os fotógrafos que estão fazendo história hoje estão ultrapassando limites: transformando imagens estáticas em narrativas dinâmicas, cruzando fronteiras culturais e interagindo com públicos diversos. Juntos, eles criam um arquivo vivo de memória coletiva, onde o local se torna universal e onde as histórias do cotidiano peruano se transformam em testemunhos de valor humano e social.

Vilma Quispe, filha de Marcos Quispe, vítima do massacre de Juliaca, ocorrido dia 9 de janeiro. Marcos e Vilma foram caminhar próximo ao aeroporto. Ao ver a repressão, Marcos decidiu ajudar as outras pessoas. “Me disse: Volto em cinco minutos, mas lamentavelmente meu pai nunca voltou”. Morreu por uma ferida cometida por um projétil de arma de foto no tórax e no cotovelo esquierdo. Fotografia de Alejandra Elías Argentina/Venezuela. 1976. Fotojornalista (CRGV 2017). Licenciado em Educação (UNEG 2004). Fotógrafo Documentarista. Professor de Produção Audiovisual (UNEARTE 2025). Criador de conteúdo sobre Fotografia Latino-Americana. Pesquisador Cultural de Ritmos Afrodescendentes. Professor da Escola de Comunicação Social (UBA 2017). Autor de um livro sobre fotografia latino-americana (2025, em andamento).

Fotolibro de Fotografía Documental
Este fotolivro é resultado do curso Fotografía Documental, ministrado pela professora e fotógrafa Daniella Fernández Realin na plataforma ContraLuz. Os encontros contaram com a participação de fotógrafxs de vários países da América Latina, com diferentes enfoques, linguagens e abordagens frente à temas relevantes em seus territórios.
Cada estudante apresenta neste fotolivro um resumo ensaio fotográfico que desenvolveu ao longo das seis aulas do curso e que pode ser conferido na íntegra na seção Imágens Circulantes no site do ContraLuz.

Hinchas. Retratos de una pasión


“A Argentina tem instalada uma tecnologia social única no mundo. Chama-se “clubes de bairro”. Aqui o esporte é vivido em comunidade. Os clubes são uma das instituições mais presentes na vida dos argentinos. Um clube não é só esporte, é um espaço de encontro: ali estão os modelos de disciplina e as experiências que vão marcar as pessoas para toda a vida. Isso é um sentido de pertencimento – algo mágico – que é difícil de explicar. Em uma sociedade tão fragmentada, reconstruir o comum é a chave, e os clubes são um dos lugares onde isso é possível: fazem parte do nosso tecido social; é onde nos misturamos, compartilhamos e formamos comunidade.” — María Migliore
O clube de bairro que hoje habito, e que me viu crescer durante 28 anos, voltou a ser campeão depois de doze anos, em novembro de 2024. Quase como uma celebração de Copa do Mundo, as ruas se encheram da alegria dos torcedores — adultos e crianças — que se uniram em um abraço incomensurável.








Ana Paula Gatti é uma fotógrafa argentina, nascida na cidade de Bahía Blanca. Há mais de 15 anos caminha pela vida com um caderno em uma mão e uma câmera na outra. As palavras e as imagens têm sido um meio de contar suas histórias, de documentar o belo e o cru através de seu olhar. Dessa maneira, compartilha, com quem permitir, a arte de guardar memórias.

Semáforo en rojo, luz verde a la informalidad laboral


Esta série busca registrar algumas atividades cotidianas de quem encontra no semáforo vermelho o seu local de trabalho. Nos breves segundos em que os veículos param, homens e mulheres desempenham seus ofícios: vendem, limpam, fazem malabarismo ou oferecem serviços e produtos que sustentam seu dia a dia. Quando a luz muda para verde, a cidade retoma seu ritmo e, com ele, seu trabalho também é interrompido. Sua economia depende do tempo exato em que o trânsito se congela. É a evidência visível de um país onde as oportunidades de emprego formal continuam sendo insuficientes.
A Colômbia possui uma força de trabalho de cerca de 26 milhões de pessoas, com uma taxa de desemprego de 8,8% (DANE, julho de 2025). Aproximadamente 60% trabalha na informalidade e cerca de 30% tem mais de 60 anos. Números que, longe de serem excepcionais, se repetem em grande parte da América Latina.
Nesse percurso conheci o senhor Rigoberto, que há 14 anos ocupa o mesmo semáforo vendendo produtos para o lar, e Alex, que sempre trabalhou na informalidade, dedicando entre oito e nove horas diárias ao seu ofício. Seus rendimentos variam entre 7 e 18 dólares por dia (o salário mínimo diário na Colômbia equivale a 13 dólares). Para todos eles, um sinal vermelho não é apenas uma pausa na mobilidade urbana: é sua fonte de trabalho, seu cenário cotidiano e, em muitos casos, sua única possibilidade de subsistência.









Jhon Jairo Villarraga Montilla (Colômbia, 1975), médico formado pela Universidade Tecnológica de Pereira, com estudos de pós-graduação realizados no Rio de Janeiro (Brasil) e em Barcelona (Espanha).
Paralelamente à sua trajetória na medicina, desenvolveu uma sólida formação em fotografia por meio de diplomados na Universidade Tecnológica de Pereira, estudos com o Dr. Óscar Colorado (Cidade do México, México) e diversos cursos na plataforma ContraluzArte. Seu trabalho visual aborda problemáticas sociais tanto urbanas quanto rurais, explorando temas como desigualdade, violência na Colômbia, deslocamento forçado, dinâmicas do campo e a relação com a natureza.
@villarraga_photo
Poner el cuerpo

Esta série fotográfica propõe uma exploração visual das implicações corporais da militância e do protesto na Argentina atual. Seu foco central é a camiseta, transformada num dispositivo semiótico de grande poder. Essa vestimenta cotidiana passa a ser um símbolo corporal e narrativo essencial em marchas e manifestações.
O projeto busca ir além da documentação, mostrando como o corpo se converte num suporte vivo da ideologia, das lutas e das mensagens. A camiseta atua como uma declaração política ambulante que funde o indivíduo com a causa, servindo ainda como um sinal de reconhecimento mútuo, solidariedade e pertencimento.
Finalmente, a série se propõe a interpelar a contradição inerente à ação militante. Os manifestantes “colocam o corpo” literalmente, suportando a fadiga das caminhadas, carregando bandeiras e enfrentando a repressão policial. Na Argentina, existe um longo histórico de violências por parte das forças de segurança que resultaram em perseguições, agressões e mortes. Essa memória está presente nos manifestantes, que, apesar da eloquência de suas mensagens de luta e seus atos pacíficos, são frequentemente estigmatizados e criminalizados como “violentos”. Esta série fotográfica busca, então, ressaltar a tensão entre a mensagem da camiseta e a distorção da percepção social, oferecendo um olhar que dignifica a corporalidade e a coragem inerentes à manifestação das convicções políticas.







Fotógrafa argentina com o olhar voltado para as dinâmicas sociais do espaço urbano. Seu trabalho busca visibilizar as histórias de quem dá forma à identidade coletiva. Retrata também os incríveis lugares do seu país. Vive em Buenos Aires.
@silviavilla1000
Promeseros

Este projeto, “Promeseros” (Peregrinos), é um projeto pessoal que levou cerca de três anos para ser produzido, incluindo documentação, pesquisa e entrevistas, o que me permitiu mergulhar completamente no tema. Gauchito Gil é um santo popular, amplamente venerado pelos argentinos, independentemente do nível sociocultural ou da filiação política. Todos os anos, ele atrai centenas de milhares de devotos ao seu santuário na cidade de Mercedes, na província de Mercedes, a cerca de 1200 km de Buenos Aires. A coleta de imagens de devoção, gratidão e/ou súplicas serve como uma forma de demonstrar como a fé e a esperança das pessoas se apegam às suas crenças, ao mágico-religioso, ao espiritual.
Doze imagens selecionadas dentre mais de 800 tiradas durante a peregrinação de três dias em ação de graças ao santo. Homens, mulheres e crianças se reúnem vindos de todo o país e até mesmo de países vizinhos como Bolívia, Paraguai e Brasil, ou inclusive de países europeus como Espanha, França e Itália, para venerá-lo e oferecer presentes que vão desde cigarros, vinho e roupas até relíquias de família, vestimentas e até carros. Não existe outra manifestação mágico-religiosa na Argentina que apresente esse tipo específico de comportamento entre seus fiéis.
“Promeseros” (Peregrinos) é um projeto fotográfico que busca projetar os sentimentos da cultura latino-americana mais íntima e menos invadida ou contaminada, moldada pelos processos de colonização e pela transculturação que ela trouxe.







Argentina/Venezuela. 1976. Fotojornalista (CRGV 2017). Licenciado em Educação (UNEG 2004). Fotógrafo Documentarista. Professor de Produção Audiovisual (UNEARTE 2025). Criador de conteúdo sobre Fotografia Latino-Americana. Pesquisador Cultural de Ritmos Afrodescendentes. Professor da Escola de Comunicação Social (UBA 2017). Autor de um livro sobre fotografia latino-americana (2025, em andamento).

Un Posible Paisaje

O olhar se desdobra e altera o habitual. Lá onde tudo parece normalizado, surge o estranho: uma fenda que nos recorda que também a história foi desfigurada, que houve corpos lançados pela colonização na Patagônia argentina e que ainda hoje permanecem como presenças ausentes. Desde que comecei esta série, nunca me interessei por reproduzir o dado, mas sim por desmontá-lo com o olhar: produzir o indefinido, invocar objetos e territórios que resistam ao cânone do evidente. O estranhamento torna-se então um lugar de memória, um interstício onde as imagens podem denunciar e, ao mesmo tempo, abrir outros modos de habitar o mundo. Porque o estranho não é apenas um recurso formal, é também uma ferramenta contra a normalização da violência, contra esse medo que busca nos domesticar. Diante do medo, minha obra aposta no assombro e na expectação: emoções que permitem aprender, recordar e pulsar novamente no esquecido.
O estranho é a presença do ausente, o eco dos corpos que a história tentou apagar. E que essa ausência se torne visível, que o território se reconheça ferido e que a imagem seja, antes de tudo, um lugar de ruptura e de insistência.











Nasce na cidade de Buenos Aires em 1974. Realizou a sua formação em fotografia: Técnica em preto e branco, Escola de Fotografia, San Isidro. Documentário Fotográfico, Faculdade de Ciências Sociais, UBA. Ensaio e fotografia documental e Edição fotográfica em meios de comunicação, Prof. Gustavo de María Molinari. História da Fotografia I e II, Eduardo Gil. Direção vs. Produção, Pampa Films. Documentário Periférico, Rubén Guzmán. Seminário sobre arte contemporânea e clínica de obra, bolsista do Fundo Nacional das Artes nos anos 2010/2011/2012. Seminário de Fotografia Artística Contemporânea Node Center, Alemanha, 2015. Diplomado em Fotografia Artística Contemporânea pela Node Center, Alemanha, 2016. Conservação de fotografias em papel, Biblioteca Nacional de Misiones, 2020. Oficina teórica com Julio Fuks, Oficina clínica de obra com Juan Travnik 2022/2023.
Em 2001, estabelece-se em Ushuaia. É criadora do Taller de Fotografia Experimental que desenvolve na Secretaria de Cultura e Educação da Municipalidade de Ushuaia, e do “Espacio Documenta”, oficina sobre ensaio fotográfico que ministra em seu estúdio privado. Desempenha-se também como Coordenadora e docente da Escola Argentina de Fotografia, Filial Ushuaia e coordenadora e curadora do Festival de la Luz Regional Patagônia 2014/2016. Realizou trabalhos de gestão autónoma a partir do ano 2009. Expõe coletiva e individualmente a nível provincial, nacional e internacional, assim como no Centro Cultural de la Cooperación, CABA 2012, M.A.F., Mês da Arte Fueguina, selecionada nas edições 2010/2011/2014. Festival de la Luz, Museu da ex-Estação Ferroviária, San Luis 2014. Feira Internacional de Arte ARTEBA, edição 2015, CABA. Festival Internacional de Fotografia Analógica, Complexo Cultural Santa Cruz, Rio Gallegos, Província de Santa Cruz, 2015. Festival de la Luz no Complexo Cultural San Martin, edição 2016, CABA, 2017. Terceira Bienal de Arte CMUCH, Puebla, México.
@fernandariveraluque
Site da artista

































































